04º Domingo

04º Domingo
Quaresma
Ano B




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Entrada

A vida que estava junto do Pai (de A. Cartageno)


Deus enviou ao mundo (de M. Luís)


É preciso renascer (de J. P. Martins)


Iremos com alegria (de M. Luís)


Irmãos convertei (de J. P. Lécot)


Jerusalém louva o teu Senhor (de C. Silva)


Louva Jerusalém o Senhor (de Az. Oliveira)


O Povo de Deus no deserto (de L. Passos)


O Senhor alimentou-nos (de C. Silva)


Povos da terra cantai todos (de Stralsund, 1665)


Que alegria quando me disseram (de M. Manzano)


Senhor são muitos os nossos pecados (de J. Santos)


Somos um Povo que caminha (de E. Vicente)





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Salmo Responsorial

Jerusalém Jerusalém (de F. Santos)


Se eu de ti me não lembrar (de M. Luís)


Apresentação dos Dons

Deus amou de tal modo o mundo (de J. P. Martins)


Deus enviou ao mundo (de M. Luís)


Em Vós Senhor está a fonte (de Az. Oliveira)


Irmãos convertei (de J. P. Lécot)


Nós te apresentamos (de A. Espinosa)


Ó esplendor do Pai (de C. Silva)


O Povo de Deus no deserto (de L. Passos)


Senhor são muitos os nossos pecados (de J. Santos)


Troquemos o instante (de C. Silva)


Troquemos o instante (de M. Simões)


Vós sois o sal da terra (de C. Silva)


Comunhão

A vida que estava junto do Pai (de A. Cartageno)


Alegremo-nos porque o nosso irmão (de A. Cartageno)


Buscai o alimento (de M. Luís)


Cristo amou a Igreja (de C. Silva)


Deus amou de tal modo o mundo (de J. P. Martins)


Deus enviou ao mundo (de M. Luís)


Eis a escrava do Senhor (de C. Silva)


Em Vós Senhor está a fonte (de Az. Oliveira)


Irmãos convertei (de J. P. Lécot)


Jerusalém louva o teu Senhor (de C. Silva)


Louva Jerusalém o Senhor (de Az. Oliveira)


Não fostes vós que Me escolhestes (de Az. Oliveira)


O Senhor alimentou-nos (de C. Silva)


Quem come deste pão (de J. Bach / C. Silva)


Saciastes o Vosso Povo (de F. Silva)


Somos convidados p’ra ceia (de F. Silva)


Vós sois o sal da terra (de C. Silva)


Pós-Comunhão

Deus amou de tal modo o mundo (de J. P. Martins)


Em Vós Senhor está a fonte (de Az. Oliveira)


Irmãos convertei (de J. P. Lécot)


Jerusalém louva o teu Senhor (de C. Silva)


Louva Jerusalém o Senhor (de Az. Oliveira)


Não fostes vós que Me escolhestes (de Az. Oliveira)


O Senhor salvou-me (de C. Silva)


Porque és Senhor o caminho (de M. T. Kolling)


Povos da terra cantai todos (de Stralsund, 1665)


Povos da terra louvai (de M. Simões)


Senhor são muitos os nossos pecados (de J. Santos)


Troquemos o instante (de C. Silva)


Troquemos o instante (de M. Simões)


Final

É preciso renascer (de J. P. Martins)


Irmãos convertei (de J. P. Lécot)


Jerusalém louva o teu Senhor (de C. Silva)


Porque és Senhor o caminho (de M. T. Kolling)


Povos da terra cantai todos (de Stralsund, 1665)


Povos da terra louvai (de M. Simões)


Leituras para 04º Domingo
Quaresma
Ano B

ANTÍFONA DE ENTRADA cf. Is 66, 10-11 
Alegra-te, Jerusalém; rejubilai, todos os seus amigos.
Exultai de alegria, todos vós que participastes no seu luto
e podereis beber e saciar-vos na abundância das suas consolações.

Não se diz o Glória. 

ORAÇÃO COLECTA 
Deus de misericórdia, que, pelo vosso Filho,
realizais admiravelmente a reconciliação do género humano, concedei ao povo cristão fé viva e espírito generoso,
a fim de caminhar alegremente
para as próximas solenidades pascais.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

Em vez das leituras a seguir indicadas, podem utilizar-se as do ano A, se for mais oportuno. 

LEITURA I 2 Cr 36, 14-16.19-23 
A indignação e a misericórdia do Senhor 
manifesta-se no exílio e na libertação do povo 
No tempo da Quaresma, a leitura do Antigo Testamento vai referindo os vários passos da história da salvação, para melhor nos fazer compreender como toda ela se encaminha para a Páscoa do Senhor, e como Deus salva os homens vindo ao encontro deles, mesmo nos caminhos por eles tão mal andados. Hoje vemos como os pagãos invadiram a Terra Santa, destruíram o templo e levaram cativo o povo para Babilónia, por este povo ter abandonado o Senhor e imitado as acções abomináveis dos pagãos. Mas, por fim, o próprio rei da Babilónia serviu ao Senhor de instrumento de salvação em favor do seu povo, dando-lhe de novo a liberdade e restituindo-o à terra que lhe havia sido tirada. 

Leitura do Segundo Livro das Crónicas 
Naqueles dias, todos os príncipes dos sacerdotes e o povo multiplicaram as suas infidelidades, imitando os costumes abomináveis das nações pagãs, e profanaram o templo que o Senhor tinha consagrado para Si em Jerusalém. O Senhor, Deus de seus pais, desde o princípio e sem cessar, enviou-lhes mensageiros, pois queria poupar o povo e a sua própria morada. Mas eles escarneciam dos mensageiros de Deus, desprezavam as suas palavras e riam-se dos profetas, a tal ponto que deixou de haver remédio, perante a indignação do Senhor contra o seu povo. Os caldeus incendiaram o templo de Deus, demoliram as muralhas de Jerusalém, lançaram fogo aos seus palácios e destruíram todos os objectos preciosos. O rei dos caldeus deportou para Babilónia todos os que tinham escapado ao fio da espada; e foram escravos deles e de seus filhos, até que se estabeleceu o reino dos persas. Assim se cumpriu o que o Senhor anunciara pela boca de Jeremias: «Enquanto o país não descontou os seus sábados, esteve num sábado contínuo, durante todo o tempo da sua desolação, até que se completaram setenta anos». No primeiro ano do reinado de Ciro, rei da Pérsia, para se cumprir a palavra do Senhor, pronunciada pela boca de Jeremias, o Senhor inspirou Ciro, rei da Pérsia, que mandou publicar, em todo o seu reino, de viva voz e por escrito, a seguinte proclamação: «Assim fala Ciro, rei da Pérsia: O Senhor, Deus do Céu, deu-me todos os reinos da terra e Ele próprio me confiou o encargo de Lhe construir um templo em Jerusalém, na terra de Judá. Quem de entre vós fizer parte do seu povo ponha-se a caminho e que Deus esteja com ele».
Palavra do Senhor.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 136 (137), 1-2.3.4-5.6 (R. 6a) 
Refrão: Se eu me não lembrar de ti, Jerusalém,
fique presa a minha língua. Repete-se

Sobre os rios de Babilónia nos sentámos a chorar,
com saudades de Sião.
Nos salgueiros das suas margens,
dependurámos nossas harpas. Refrão

Aqueles que nos levaram cativos
queriam ouvir os nossos cânticos
e os nossos opressores uma canção de alegria:
«Cantai-nos um cântico de Sião». Refrão

Como poderíamos nós cantar um cântico do Senhor
em terra estrangeira?
Se eu me esquecer de ti, Jerusalém,
esquecida fique a minha mão direita. Refrão

Apegue-se-me a língua ao paladar,
se não me lembrar de ti,
se não fizer de Jerusalém
a maior das minhas alegrias. Refrão

LEITURA II Ef 2, 4-10 
Mortos por causa dos nossos pecados, 
salvos pela graça 
A leitura estabelece o contraste entre a situação de morte em que estávamos por causa das nossas faltas e a salvação que Deus nos oferece em Cristo Jesus. O Mistério Pascal que Jesus realizou passando, pela morte, à vida eterna, vivêmo-lo agora nós, que somos membros de Cristo e com Ele morremos, com Ele ressuscitámos, com Ele subimos para junto do Pai. 

Leitura da Epístola do apóstolo São Paulo aos Efésios 
Irmãos: Deus, que é rico em misericórdia, pela grande caridade com que nos amou, a nós, que estávamos mortos por causa dos nossos pecados, restituiu-nos à vida com Cristo – é pela graça que fostes salvos – e com Ele nos ressuscitou e com Ele nos fez sentar nos Céus. Assim quis mostrar aos séculos futuros a abundante riqueza da sua graça e da sua bondade para connosco, em Jesus Cristo. De facto, é pela graça que fostes salvos, por meio da fé. A salvação não vem de vós: é dom de Deus. Não se deve às obras: ninguém se pode gloriar. Na verdade, nós somos obra de Deus, criados em Jesus Cristo, em vista das boas obras que Deus de antemão preparou, como caminho que devemos seguir.
Palavra do Senhor.

ACLAMAÇÃO ANTES DO EVANGELHO Jo 3, 16 
Refrão: Grandes e admiráveis
são as Vossas obras, Senhor. Repete-se
Deus amou tanto o mundo
que lhe deu o seu Filho Unigénito:
quem acredita n’Ele tem a vida eterna. Refrão

EVANGELHO Jo 3, 14-21 
«Deus enviou o seu Filho, para que o mundo seja salvo por Ele» 
A partir deste IV Domingo as leituras do Evangelho são tiradas de S. João, tanto ao domingo como de semana. Hoje ela fala-nos da futura glorificação de Jesus pela Cruz e Ressurreição. É este o próprio movimento do Mistério Pascal, primeiro em Jesus, depois nos cristãos pela morte à vida, pela Cruz à glória. A Quaresma é também o tempo apropriado para entendermos melhor este caminho providencial de salvação, para depois celebrarmos a Páscoa com mais fé, em acção de graças a Deus e ao Senhor Jesus Cristo. 

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João 
Naquele tempo, disse Jesus a Nicodemos: «Assim como Moisés elevou a serpente no deserto, também o Filho do homem será elevado, para que todo aquele que acredita tenha n’Ele a vida eterna. Deus amou tanto o mundo que entregou o seu Filho Unigénito, para que todo o homem que acredita n’Ele não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus não enviou o Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por Ele. Quem acredita n’Ele não é condenado, mas quem não acredita já está condenado, porque não acreditou no nome do Filho Unigénito de Deus. E a causa da condenação é esta: a luz veio ao mundo e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque eram más as suas obras. Todo aquele que pratica más acções odeia a luz e não se aproxima dela, para que as suas obras não sejam denunciadas. Mas quem pratica a verdade aproxima-se da luz, para que as suas obras sejam manifestas, pois são feitas em Deus.
Palavra da salvação.

Diz-se o Credo. 

ORAÇÃO SOBRE AS OBLATAS 
Ao apresentarmos com alegria estes dons de vida eterna,
humildemente Vos pedimos, Senhor,
a graça de os celebrar com verdadeira fé
e de os oferecer dignamente pela salvação do mundo.
Por Nosso Senhor.

PREFÁCIO O cego de nascença 
Quando se lê o Evangelho do cego de nascença, diz-se o prefácio seguinte:
V. O Senhor esteja convosco.
R. Ele está no meio de nós.
V. Corações ao alto.
R. O nosso coração está em Deus.
V. Dêmos graças ao Senhor nosso Deus.
R. É nosso dever, é nossa salvação.
Senhor, Pai santo, Deus eterno e omnipotente,
é verdadeiramente nosso dever, é nossa salvação
dar-Vos graças, sempre e em toda a parte,
por Cristo nosso Senhor.

Pelo mistério da Encarnação,
iluminou o género humano que vivia nas trevas
para o reconduzir à luz da fé
e pela regeneração do Baptismo
libertou os que nasciam na escravidão do antigo pecado
para os tornar seus filhos adoptivos.

Por isso o céu e a terra Vos adoram,
cantando um cântico novo,
e também nós, com os Anjos e os Santos,
proclamamos a vossa glória, cantando com alegria:
Santo, Santo, Santo.

Quando não se lê o Evangelho do cego de nascença, diz-se outro prefácio da Quaresma 

ANTÍFONA DA COMUNHÃO 
Quando se lê o Evangelho do cego de nascença: cf. Jo 9, 11 
O Senhor ungiu os meus olhos.
Eu fui lavar-me, comecei a ver e acreditei em Deus.

Quando se lê o Evangelho do filho pródigo: Lc 15, 32 
Alegra-te, meu filho, porque o teu irmão estava morto e voltou à vida, estava perdido e foi encontrado.

Quando se lê o outro Evangelho: Salmo 121, 3-4 
Jerusalém, cidade de Deus,
para ti sobem as tribos do Senhor,
para celebrar o seu santo nome.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO 
Senhor nosso Deus,
luz de todo o homem que vem a este mundo,
iluminai os nossos corações com o esplendor da vossa graça,
para que pensemos sempre no que Vos é agradável
e Vos amemos de todo o coração.
Por Nosso Senhor.