24º Domingo

24º Domingo
Tempo Comum
Ano A




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Entrada

A paz a paz vos deixo (de F. Silva)


Creio em Jesus (de C. Erdozain)


Dá-nos um coração (de A. Espinosa)


Dai a paz Senhor (de M. Faria)


Escutai Senhor a prece (de A. Cartageno)


Exulto de alegria (de M. Silva)


Irmãos convertei (de J. P. Lécot)


Nós somos o Povo do Senhor (de J. P. Martins)


Peregrino aonde vais (de C. Gabarain)


Povo que vais ao encontro (de J. P. Martins)





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Salmo Responsorial

Apresentação dos Dons

A paz a paz vos deixo (de F. Silva)


Ao teu altar / Saber que virás / Quanta beleza / Quantos desertos (de R. Anthony (ou Bob Dylan ?))


Como é admirável Senhor a Vossa bondade (de F. Santos)


Creio em Jesus (de C. Erdozain)


Deus é amor (de M. Luís)


Escutai Senhor a prece (de A. Cartageno)


Irmãos convertei (de J. P. Lécot)


Onde há caridade e amor (de M. Luís)


Pobres e fracos que somos (de A. Cartageno)


Senhor fazei de mim (de F. Silva)


Tomai Senhor e recebei (de J. Santos)


Comunhão

A paz a paz vos deixo (de F. Silva)


Como é admirável Senhor a Vossa bondade (de F. Santos)


Deus é amor (de M. Luís)


Dou-vos um mandamento novo (de J. P. Martins)


Irmãos convertei (de J. P. Lécot)


Já não vos chamo servos (de M. Luís)


O cálice da bênção (de F. Silva)


Onde há caridade e amor (de M. Luís)


Recebemos do Senhor (de M. Luís)


Vós Senhor sois o nosso Pai (de C. Silva)


Pós-Comunhão

A paz a paz vos deixo (de F. Silva)


Cantai o Senhor é bom (de G. Rey / A. Cartageno)


Como é admirável Senhor a Vossa bondade (de F. Santos)


Creio em Jesus (de C. Erdozain)


Dá-nos um coração (de A. Espinosa)


Deus é amor (de M. Luís)


Eu canto para sempre (de M. Luís)


Eu louvarei eu louvarei (de Carismático)


Exulto de alegria (de M. Silva)


Irmãos convertei (de J. P. Lécot)


O cálice da bênção (de F. Silva)


Onde há caridade e amor (de M. Luís)


Pobres e fracos que somos (de A. Cartageno)


Povo teu somos (de Loys Bourgeois, 1551)


Senhor fazei de mim (de F. Silva)


Senhor fazei-me instrumento (de P. Irala)


Vós Senhor sois o nosso Pai (de C. Silva)


Final

A paz a paz vos deixo (de F. Silva)


Aleluia glória ao Senhor (de Desconhecido)


Cantai o Senhor é bom (de G. Rey / A. Cartageno)


Creio em Jesus (de C. Erdozain)


Dá-nos um coração (de A. Espinosa)


Eu louvarei eu louvarei (de Carismático)


Irmãos convertei (de J. P. Lécot)


Peregrino aonde vais (de C. Gabarain)


Pobres e fracos que somos (de A. Cartageno)


Povo teu somos (de Loys Bourgeois, 1551)


Senhor fazei-me instrumento (de P. Irala)


Leituras para 24º Domingo
Tempo Comum
Ano A

ANTÍFONA DE ENTRADA cf. Sir 36, 18 
Dai a paz, Senhor, aos que em Vós esperam
e confirmai a verdade dos vossos profetas.
Escutai a prece dos vossos servos e abençoai o vosso povo.

ORAÇÃO COLECTA 
Deus, Criador e Senhor de todas as coisas,
lançai sobre nós o vosso olhar;
e para sentirmos em nós os efeitos do vosso amor,
dai-nos a graça de Vos servirmos com todo o coração.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

LEITURA I Sir 27, 33 – 28, 9 
«Perdoa a ofensa do teu próximo 
e quando pedires, as tuas faltas serão perdoadas» 
A vingança pode ser uma tendência instintiva natural, fruto de uma natureza ainda não suficientemente dominada e educada. Mas, a compreensão das faltas dos outros e o perdão são atitudes fundamentais para o coração de quem olha para os outros como gostaria que Deus olhasse para si. Mesmo já no Antigo Testamento, os homens de Deus assim pensavam. 

Leitura do Livro de Ben-Sirá 
O rancor e a ira são coisas detestáveis, e o pecador é mestre nelas. Quem se vinga sofrerá a vingança do Senhor, que pedirá minuciosa conta de seus pecados. Perdoa a ofensa do teu próximo e, quando o pedires, as tuas ofensas serão perdoadas. Um homem guarda rancor contra outro e pede a Deus que o cure? Não tem compaixão do seu semelhante e pede perdão para os seus próprios pecados? Se ele, que é um ser de carne, guarda rancor, quem lhe alcançará o perdão das suas faltas? Lembra-te do teu fim e deixa de ter ódio; pensa na corrupção e na morte, e guarda os mandamentos. Recorda os mandamentos e não tenhas rancor ao próximo; pensa na aliança do Altíssimo e não repares nas ofensas que te fazem.
Palavra do Senhor.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 102 (103), 1-2.3-4.9-10.11-12 
(R. 8) 
Refrão: O Senhor é clemente e compassivo,
paciente e cheio de bondade. Repete-se

Bendiz, ó minha alma, o Senhor
e todo o meu ser bendiga o seu nome santo.
Bendiz, ó minha alma, o Senhor
e não esqueças nenhum dos seus benefícios. Refrão

Ele perdoa todos os teus pecados
e cura as tuas enfermidades.
Salva da morte a tua vida
e coroa-te de graça e misericórdia. Refrão

Não está sempre a repreender,
nem guarda ressentimento.
Não nos tratou segundo os nossos pecados,
nem nos castigou segundo as nossas culpas. Refrão

Como a distância da terra aos céus,
assim é grande a sua misericórdia
para os que O temem.
Como o Oriente dista do Ocidente,
assim Ele afasta de nós os nossos pecados. Refrão

LEITURA II Rom 14, 7-9 
«Quer vivamos, quer morramos, pertencemos ao Senhor» 
É preciso viver, tendo sempre o sentido de Deus em toda a nossa vida. Só assim a vida e a morte têm sentido e nos enchem de paz e de alegria. 

Leitura da Epístola do apóstolo São Paulo aos Romanos 
Irmãos: Nenhum de nós vive para si mesmo e nenhum de nós morre para si mesmo. Se vivemos, vivemos para o Senhor, e se morremos, morremos para o Senhor. Portanto, quer vivamos quer morramos, pertencemos ao Senhor. Na verdade, Cristo morreu e ressuscitou para ser o Senhor dos vivos e dos mortos.
Palavra do Senhor.

ALELUIA Jo 13, 34 
Refrão: Aleluia. Repete-se
Dou-vos um mandamento novo, diz o Senhor:
amai-vos uns aos outros como Eu vos amei. Refrão

EVANGELHO Mt 18, 21-35 
«Não te digo que perdoes até sete vezes, 
mas até setenta vezes sete» 
O perdão das ofensas é atitude fundamental para o discípulo de Cristo. Este perdão não tem limites, vai até ao que se possa imaginar. O número sete tem uma certa ideia de plenitude, de totalidade. Mas Jesus, para indicar que o perdão deve ser sem limites, ainda o multiplica por setenta, setenta vezes sete, isto é, sempre. 

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus 
Naquele tempo, Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou-Lhe: «Se meu irmão me ofender, quantas vezes deverei perdoar-lhe? Até sete vezes?». Jesus respondeu: «Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete. Na verdade, o reino de Deus pode comparar-se a um rei que quis ajustar contas com os seus servos. Logo de começo, apresentaram-lhe um homem que devia dez mil talentos. Não tendo com que pagar, o senhor mandou que fosse vendido, com a mulher, os filhos e tudo quanto possuía, para assim pagar a dívida. Então o servo prostrou-se a seus pés, dizendo: ‘Senhor, concede-me um prazo e tudo te pagarei’. Cheio de compaixão, o senhor daquele servo deu-lhe a liberdade e perdoou-lhe a dívida. Ao sair, o servo encontrou um dos seus companheiros que lhe devia cem denários. Segurando-o, começou a apertar-lhe o pescoço, dizendo: ‘Paga o que me deves’. Então o companheiro caiu a seus pés e suplicou-lhe, dizendo: ‘Concede-me um prazo e pagar-te-ei’. Ele, porém, não consentiu e mandou-o prender, até que pagasse tudo quanto devia. Testemunhas desta cena, os seus companheiros ficaram muito tristes e foram contar ao senhor tudo o que havia sucedido. Então, o senhor mandou-o chamar e disse: ‘Servo mau, perdoei-te tudo o que me devias, porque mo pediste. Não devias, também tu, compadecer-te do teu companheiro, como eu tive compaixão de ti?’. E o senhor, indignado, entregou-o aos verdugos, até que pagasse tudo o que lhe devia. Assim procederá convosco meu Pai celeste, se cada um de vós não perdoar a seu irmão de todo o coração».
Palavra da salvação.

Oração dos Fiéis

Caríssimos fiéis: Neste dia, em que reconhecemos a grandeza de Deus quando perdoa e a do homem que aprende a perdoar, digamos, com fé:

R. Ouvi-nos, Senhor.
Ou: Ouvi, Senhor, a nossa oração.
Ou: Senhor, venha a nós o vosso reino.

1. Pelos ministros e fiéis da nossa Diocese de N., para que aprendam a perdoar-se mutuamente, como Cristo ensinou a Pedro, oremos.

2. Pelos que detêm poderes de governo, para que fomentem na sociedade a concórdia, a solidariedade e a paz, oremos.

3. Pelos fiéis das Igrejas cristãs, para que superem todas as divisões e cheguem à unidade da fé em Cristo, oremos.

4. Pelos que vivem pensando apenas em si mesmos, para que acreditem em Jesus, que morreu por todos e nos ensina a viver para Ele e para os outros, oremos.

5. Pelos membros desta assembleia celebrante e por todos os emigrantes da nossa Paróquia, para que ponham em prática a mensagem de Jesus sobre o perdão, oremos.

Senhor de misericórdia infinita, não limiteis a vossa indulgência à nossa capacidade de perdoar, mas ensinai-nos a descobrir em vosso Filho a medida do vosso perdão. Por Cristo Senhor nosso.

ORAÇÃO SOBRE AS OBLATAS 
Ouvi, Senhor, com bondade as nossas súplicas
e recebei estas ofertas dos vossos fiéis,
para que os dons oferecidos por cada um de nós
para glória do vosso nome
sirvam para a salvação de todos.
Por Nosso Senhor.

ANTÍFONA DA COMUNHÃO Salmo 35, 8 
Como é admirável, Senhor, a vossa bondade!
À sombra das vossas asas se refugiam os homens.

Ou cf. 1 Cor 10, 16 
O cálice de bênção é comunhão no Sangue de Cristo;
e o pão que partimos é comunhão no Corpo do Senhor.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO 
Senhor nosso Deus,
concedei que este sacramento celeste
nos santifique totalmente a alma e o corpo,
para que não sejamos conduzidos pelos nossos sentimentos
mas pela virtude vivificante do vosso Espírito.
Por Nosso Senhor.